A última vez que eu me lembro de ter visto o meu passaporte foi quando eu levei ele comigo para fazer o tal registro de identidade. Por causa do feriado de Eid, que durou a semana passada inteira, o tal departamento do governo ficou fechado.
Hoje, com tudo de volta ao normal, eu fui lá perguntar e, depois de esperar um bocado, uma das gerentes apareceu lá com o meu passaporte na mão. Quase chorei de alívio! E de raiva também!
Acho que naquele dia ele caiu da minha mão ou da minha bolsa e, felizmente, alguém achou. Que susto!
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domingo, 6 de dezembro de 2009
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Evaporou
Perdi meu passaporte. Sumiu. Evaporou.
Estávamos de viagem marcada à Índia no dia 27 e, ali arrumando a minha mala, me dei conta de que não conseguia achá-lo em lugar nenhum. Vasculhei o apartamento inteiro, o carro, até fui ao trabalho vasculhar minha mesa. Nadinha.
Resultado: viagem cancelada.
Está semana toda foi cheia de feriados nacionais (Eid e o National Day), o que significa que a embaixada está fechada e não posso nem dar entrada no processo do passaporte novo.
O jeito é esperar...
Estávamos de viagem marcada à Índia no dia 27 e, ali arrumando a minha mala, me dei conta de que não conseguia achá-lo em lugar nenhum. Vasculhei o apartamento inteiro, o carro, até fui ao trabalho vasculhar minha mesa. Nadinha.
Resultado: viagem cancelada.
Está semana toda foi cheia de feriados nacionais (Eid e o National Day), o que significa que a embaixada está fechada e não posso nem dar entrada no processo do passaporte novo.
O jeito é esperar...
domingo, 14 de dezembro de 2008
Notícia boa
Nossa, reparei que eu ando reclamando demais por aqui. Mas hoje eu tenho uma notícia boa: recebi o meu visto de residente!
Agora eu já posso transferir a minha carteira de motorista! E também vou poder dar entrada na minha liquor licence (eu preciso de uma carteirinha para comprar bebida alcólica no supermercado)!
:o)!!
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Update:
E eu transferi minha carteira no mesmo dia, depois do trabalho. Uhu!
Agora eu já posso transferir a minha carteira de motorista! E também vou poder dar entrada na minha liquor licence (eu preciso de uma carteirinha para comprar bebida alcólica no supermercado)!
:o)!!
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Update:
E eu transferi minha carteira no mesmo dia, depois do trabalho. Uhu!
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
Visto
Recebi uma ligação do Departamento de Pessoal dizendo que eu faria hoje os meus exames de saúde (para obter o visto de trabalho & residência). Que bom. Isso quer dizer que o processo está sendo encaminhado.
Daí, por volta das 12.00 eu e outros 3 colegas fomos ao hospital que fica aqui pertinho do trabalho e fizemos o exame de sangue e raio-x do pulmão. Foi tudo muito tranquilo e rapidinho. Tinha uma moça da nossa empresa que, sabe-se lá por que, punha a gente na frente das filas. Dava pra ver que o pessoal na fila não estava nada feliz com a situação... Na Inglaterra isso nunquinha iria rolar.
O resultado deve ficar pronto em dois dias e daqui a umas duas semanas eu devo ter o meu passaporte carimbado, se tudo correr bem.
Daí, por volta das 12.00 eu e outros 3 colegas fomos ao hospital que fica aqui pertinho do trabalho e fizemos o exame de sangue e raio-x do pulmão. Foi tudo muito tranquilo e rapidinho. Tinha uma moça da nossa empresa que, sabe-se lá por que, punha a gente na frente das filas. Dava pra ver que o pessoal na fila não estava nada feliz com a situação... Na Inglaterra isso nunquinha iria rolar.
O resultado deve ficar pronto em dois dias e daqui a umas duas semanas eu devo ter o meu passaporte carimbado, se tudo correr bem.
terça-feira, 29 de julho de 2008
Enfim, o passaporte
O passaporte chegou ontem à tarde aqui no trabalho! Eu achei que fosse esperar ainda outra semana por elel!
Acabou-se a novela!
Acabou-se a novela!
The End
segunda-feira, 28 de julho de 2008
A tal entrevista
Pois então, quinta passada eu saí do trabalho mais cedo e fui para um lugar chamado Elephant & Castle, ao sul de Londres. O prédio tem um shopping centre no pavimento térreo e, como eu cheguei cedo, fui tomar um café. A área é meio barra pesada, suja e feia. E o shopping centre foi o pior que eu já vi aqui em Londres. Me lembrou do Venâncio 2000 em Brasília, um layout desengonçado, umas lojas feiosas vendendo um monte de artigos bregas. E o café que eu tomei estava horrível também.
Bem, eu tive que esperar quase meia hora para a tal entrevista mas eu acredito que tudo correu bem. A intenção do Home Office é a de comprovar que eu sou eu, ou seja, que a pessoa que se diz ser a Monica nos formulários é a mesma que apareceu para a entrevista. Foram feitas perguntas como o nome dos meus pais, data e lugar de nascimento deles, quantas contas bancárias eu tenho e quando elas foram abertas, meu endereço e o nome e idade de quem mora comigo, endereço do trabalho, se alguém do Home Office entrou em contato comigo e por quê, etc.
Me deu um branco e eu não lembrava de jeito nenhum a cidade onde meu pai nasceu mas, depois de uns 10 minutos, eu lembrei (ufa!). Certas coisas eu não pude responder com certeza, como quando exatamente eu abri uma das minhas contas bancárias. Eu disse que não sabia a data exatamente. Mas eu acredito que isso não será um problema. Outra que eu também não soube responder foi a idade da pessoa que assinou meu formulário. É o James, que foi o meu diretor aqui no trabalho por um tempo, mas eu nunca perguntei quantos anos ele tem...
Se tudo der certo, dentre 4 e 10 dias úteis o passaporte deve estar chegando para mim.
E zéfini!
Bem, eu tive que esperar quase meia hora para a tal entrevista mas eu acredito que tudo correu bem. A intenção do Home Office é a de comprovar que eu sou eu, ou seja, que a pessoa que se diz ser a Monica nos formulários é a mesma que apareceu para a entrevista. Foram feitas perguntas como o nome dos meus pais, data e lugar de nascimento deles, quantas contas bancárias eu tenho e quando elas foram abertas, meu endereço e o nome e idade de quem mora comigo, endereço do trabalho, se alguém do Home Office entrou em contato comigo e por quê, etc.
Me deu um branco e eu não lembrava de jeito nenhum a cidade onde meu pai nasceu mas, depois de uns 10 minutos, eu lembrei (ufa!). Certas coisas eu não pude responder com certeza, como quando exatamente eu abri uma das minhas contas bancárias. Eu disse que não sabia a data exatamente. Mas eu acredito que isso não será um problema. Outra que eu também não soube responder foi a idade da pessoa que assinou meu formulário. É o James, que foi o meu diretor aqui no trabalho por um tempo, mas eu nunca perguntei quantos anos ele tem...
Se tudo der certo, dentre 4 e 10 dias úteis o passaporte deve estar chegando para mim.
E zéfini!
quinta-feira, 24 de julho de 2008
Cartinha do Home Office
Recebi os meus documentos e o meu passaporte (brasileiro) de volta nesta segunda-feira. No mesmo dia eu também recebi uma cartinha do Home Office com as informações necessárias para eu marcar a tal entrevista com eles.
Liguei e marquei para hoje às 4 da tarde. Se tudo der certo, eu devo estar recebendo o passaporte daqui há mais ou menos uma semana. E daí, pronto. Chega dessa ladainha de ter que lidar com o sisudo Home Office.
Liguei e marquei para hoje às 4 da tarde. Se tudo der certo, eu devo estar recebendo o passaporte daqui há mais ou menos uma semana. E daí, pronto. Chega dessa ladainha de ter que lidar com o sisudo Home Office.
terça-feira, 15 de julho de 2008
Passaporte
Mandei meus documentos para o temido Home Office (Departamento de Imigração daqui) para pegar o meu passaporte britânico há mais ou menos uma semana atrás. Se tudo der certo, deve demorar umas três semanas ao todo para eu conseguir pôr minhas mãos no tal.
Ontem me ligaram aqui no trabalho. Um cara muito simpático (nem acredito!) pediu para eu conseguir duas cartas daqui da empresa: uma autorização para que o passaporte seja entregue aqui no trabalho ao invés de casa, como eu pedi; e outra da empresa confirmando que o meu endereço é tal e tal.
Depois disso, se tudo correr bem, eles vão me ligar para marcar uma entrevista. Sim, uma entrevista! Que lama, né? Essa novela parece não acabar nunca! Eu fico imaginando que tipo de pergunta eles fazem nessa entrevista. Eu não tenho nada a esconder mas, mesmo assim, me dá uma 'meda'...
Ontem me ligaram aqui no trabalho. Um cara muito simpático (nem acredito!) pediu para eu conseguir duas cartas daqui da empresa: uma autorização para que o passaporte seja entregue aqui no trabalho ao invés de casa, como eu pedi; e outra da empresa confirmando que o meu endereço é tal e tal.
Depois disso, se tudo correr bem, eles vão me ligar para marcar uma entrevista. Sim, uma entrevista! Que lama, né? Essa novela parece não acabar nunca! Eu fico imaginando que tipo de pergunta eles fazem nessa entrevista. Eu não tenho nada a esconder mas, mesmo assim, me dá uma 'meda'...
quarta-feira, 23 de abril de 2008
Citizenship Ceremony
A cerimônia foi simples mas, pelo menos para mim, touching. Eu e mais outras vinte pessoas fizemos o nosso juramento e recebemos o nosso certificado das mãos de uma autoridade local, com uma salva de palmas dos convidados. Assinamos o livro de registros e, no final, cantamos o comecinho do Hino Nacional, saudando a Rainha. E, assim, finalmente me tornei uma cidadã do Reino Unido.
terça-feira, 1 de abril de 2008
Naturalizar-me-ei!
E o que eu achei que fosse demorar uns 6 meses durou apenas 6 semanas. Ontem recebi uma cartinha do Home Office dizendo que o meu pedido de naturalização foi aprovado!
Dentre outras coisas, isto significa que eu não vou ter mais que esperar na fila mais longa e também não vou mais precisar encarar perguntas cretinas como 'Can you speak English?' quando passar pela Imigração.
E, de acordo com o Marido, eu não preciso mais dele. I can kick his ass. Hohoho! Claro que não...
Mas eu vou ter que passar por uma cerimônia oficial, que todos os que querem se naturalizar aqui têm de comparecer, onde eu vou ter que fazer um voto oral de lealdade à Rainha Elizabeth e um juramento de respeito às leis do Reino Unido e aos meus direitos e deveres como cidadã. Daí então eu vou receber o meu certificado.
Dentre outras coisas, isto significa que eu não vou ter mais que esperar na fila mais longa e também não vou mais precisar encarar perguntas cretinas como 'Can you speak English?' quando passar pela Imigração.
E, de acordo com o Marido, eu não preciso mais dele. I can kick his ass. Hohoho! Claro que não...
Mas eu vou ter que passar por uma cerimônia oficial, que todos os que querem se naturalizar aqui têm de comparecer, onde eu vou ter que fazer um voto oral de lealdade à Rainha Elizabeth e um juramento de respeito às leis do Reino Unido e aos meus direitos e deveres como cidadã. Daí então eu vou receber o meu certificado.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
Naturalização
Ontem eu mandei pelo correio o meu formulário e os documentos necessários para o meu processo de naturalização. Demorou mais de 6 meses mas finalmente mandei-o-o!
A parte mais difícil foi conseguir duas pessoas para assinar o formulário como referências. Um dos critérios era que ambos me conhecessem por pelo menos 3 anos. Ao menos um tinha que ter passaporte britânico e ter curso superior. O outro poderia ser estrangeiro mas residente no país, e teria que ter curso superior também. Parentes não podem ser referência.
Eu comecei a dar uma olhada no que eu precisaria fazer no primeiro semestre do ano passado e, naquela época, eu não conseguia pensar em ninguém que me conhecesse por 3 anos e que não fosse parente do Mohan. O problema é que, durante o meu primeiro ano morando aqui, eu passei a maior parte do tempo ou colada na frente do computador preparando meu portfolio e procurando um emprego, ou então me relacionando com parentes. E no começo do ano passado Mohan e eu estávamos mais envolvidos com nossa viagem à Austrália e eu estava atolada de trabalho, fazendo hora extra sem parar.
Quando voltei a lidar com os tais papéis, isso já depois da mudança em setembro passado, eu pensei no Alastair, que é um arquiteto e consultor na Architectural Association e que assinou os meus relatórios trimestrais por quase dois anos. Foi através dos conselhos dele que eu modifiquei o meu portfolio e consegui, enfim, um emprego.
O tempo foi passando e, quando eu vi, já era 2008. No fim de janeiro fez 3 anos que eu comecei a trabalhar na P+W. Então eu já tinha várias opções de pessoas que atendiam aos critérios do Home Office e que me conheciam pelo tempo determinado. Eu pedi ao Nick para me ajudar e ele prontamente disse sim. Dois sábados atrás ele gentilmente foi lá em casa para assinar o meu formulário e tivemos uma tarde very English, com chá e cheesecake de morango. Humm...
O processo leva em média entre quatro e seis meses para ser decidido. Como eu não queria ficar sem o meu passaporte e, portanto, presa no país por tanto tempo, eu mandei fazer cópias autenticadas do meu passaporte e o do Mohan. O valor que o Home Office cobra para o processo de naturalização é o equivalente a um pouco mais de uma passagem Londres - Brasília. :-(
Mas, enfim, mais cedo ou mais tarde eu teria que fazer isso. E agora é só esperar. Fingers crossed!
A parte mais difícil foi conseguir duas pessoas para assinar o formulário como referências. Um dos critérios era que ambos me conhecessem por pelo menos 3 anos. Ao menos um tinha que ter passaporte britânico e ter curso superior. O outro poderia ser estrangeiro mas residente no país, e teria que ter curso superior também. Parentes não podem ser referência.
Eu comecei a dar uma olhada no que eu precisaria fazer no primeiro semestre do ano passado e, naquela época, eu não conseguia pensar em ninguém que me conhecesse por 3 anos e que não fosse parente do Mohan. O problema é que, durante o meu primeiro ano morando aqui, eu passei a maior parte do tempo ou colada na frente do computador preparando meu portfolio e procurando um emprego, ou então me relacionando com parentes. E no começo do ano passado Mohan e eu estávamos mais envolvidos com nossa viagem à Austrália e eu estava atolada de trabalho, fazendo hora extra sem parar.
Quando voltei a lidar com os tais papéis, isso já depois da mudança em setembro passado, eu pensei no Alastair, que é um arquiteto e consultor na Architectural Association e que assinou os meus relatórios trimestrais por quase dois anos. Foi através dos conselhos dele que eu modifiquei o meu portfolio e consegui, enfim, um emprego.
O tempo foi passando e, quando eu vi, já era 2008. No fim de janeiro fez 3 anos que eu comecei a trabalhar na P+W. Então eu já tinha várias opções de pessoas que atendiam aos critérios do Home Office e que me conheciam pelo tempo determinado. Eu pedi ao Nick para me ajudar e ele prontamente disse sim. Dois sábados atrás ele gentilmente foi lá em casa para assinar o meu formulário e tivemos uma tarde very English, com chá e cheesecake de morango. Humm...
O processo leva em média entre quatro e seis meses para ser decidido. Como eu não queria ficar sem o meu passaporte e, portanto, presa no país por tanto tempo, eu mandei fazer cópias autenticadas do meu passaporte e o do Mohan. O valor que o Home Office cobra para o processo de naturalização é o equivalente a um pouco mais de uma passagem Londres - Brasília. :-(
Mas, enfim, mais cedo ou mais tarde eu teria que fazer isso. E agora é só esperar. Fingers crossed!
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
Certidão de casamento
Faz quase 2 meses que eu paguei para ter minha certidão de casamento traduzida e até agora a tradução não chegou pelo correio. Já escrevi, liguei, reclamei e o cara do outro lado da linha, sempre tão atencioso, ao que parece já me mandou o tal documento pelo menos duas vezes.
Eu não sei o que está acontecendo mas ele nunca chega até mim! A última vez que nos falamos, na quinta passada, eu dei o meu endereço do trabalho e ele disse que iria me mandar a certidão na segunda. Então eu estou achando que esse documento deve chegar aqui hoje. Pelamordedeus!
Este é só mais um episódio da saga 'Naturalização'. Depois eu reclamo mais.
Eu não sei o que está acontecendo mas ele nunca chega até mim! A última vez que nos falamos, na quinta passada, eu dei o meu endereço do trabalho e ele disse que iria me mandar a certidão na segunda. Então eu estou achando que esse documento deve chegar aqui hoje. Pelamordedeus!
Este é só mais um episódio da saga 'Naturalização'. Depois eu reclamo mais.
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